Minha mãe sempre me falou:
- Menina, tenha juízo...
E eu sempre digo:
- tenho, só não uso!
Pra que usar o juízo se as melhores coisas da vida você só faz se deixar ele de lado, é sem ele que eu me jogo, que me divirto, tomo váriaaaasssss!, tiro minhas ondas e sem pensar faço as coisas que quero sem medo do futuro!
Agora fala pra mim se i juízo serve pra alguma coisa?
rsrsrsrsrsrs
Criar juízo? Nem sei oq ele come!
rsrsrsrs
ps: se eu o usasse certamente naum teria esse blog!
bjooo me ligaaaa!
sábado, 27 de novembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Claudia Leitte

Gente, novo Cd de Claudinha, "As Mascaras" muito bom... além do show tbm né q tive a oportunidade de conferir no dia 31 aki no Chevrollet Hall ( embora só esteja comentando quase 1 mes depois). Ela é super! Vale a pena conferir o Cd e proxima vez q ela estiver aki naum perder!
ps: A dança da corda do caranguejo quase q me mata!
ps2: Ela e Belo no palco: coisa + linda!
bjuxx a tds!
fui...
quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Brasília Teimosa
"Rio de Janeiro - Após 35 dias de peripécias e tormentas numa longa travessia, chegaram hoje, a esta Capital, os heróicos pescadores do Recife, recebidos festivamente na Praça Quinze. Vieram defender reivindicações da classe e contam com a simpatia da Primeira Dama do País - Sra. Sara Kubitschek. São da Colônia Z-1, de Pernambuco. Voltarão de avião, pois a experiência foi amarga." ...
A notícia acima foi publicada por um jornal carioca, dia 30 de janeiro de 1956, e retrata um dos episódios mais gloriosos da trajetória de Brasília Teimosa, a mais antiga invasão urbana recifense cuja história, contada pelos seus próprios habitantes, rendeu um pequeno livro editado em 1986. Os heróis, no caso, eram cinco dos 12 mil pescadores que viviam numa colônia onde, no futuro, viria se instalar o bairro. Eles viajaram do Recife ao Rio de Janeiro numa pequena jangada para assistir a posse do presidente Juscelino Kubitschek e pedir-lhe ajuda, pois a comunidade vivia sob constante ameaça de expulsão da área que ocupava.
Dos cinco aventureiros da "penosa travessia", apenas o pescador José de Souza Salviano ainda estava vivo à época em que o livro foi publicado. De posse de velhos recortes de jornal, ele ajudou na reconstituição da história do bairro e lembrou, orgulhoso, detalhes da ousada viagem: contou que os aventureiros assistiram a pose, posaram para fotos ao lado de Juscelino e retornaram ao Recife "com muita ajuda" , sendo a principal delas um lote de 11 motores de 23 cavalos, doados pelo presidente da República para as embarcações dos pescadores. Seu José de Souza também confirmou a versão mais aceita para a origem de Brasília Teimosa:
Aos integrantes dessa Colônia Z-1, com o passar do tempo foram-se juntando outros moradores (a maioria biscateiros que não tinham onde morar) que acabariam por organizar a comunidade, onde atualmente vivem cerca de 50 mil pessoas.
A história de Brasília Teimosa (seu nome é uma homenagem à cidade de Brasília e a insistência dos moradores em não deixar a área) é marcada por conflitos. Tudo começou em 1930, quando o então governador de Pernambuco, Carlos de Lima Cavalcanti, mandou dragar uma área entre o mar e o Rio Capibaribe, para a construção de um aeroclube. Uma comunidade de pescadores que ali vivia não concordou em deixar a área e se iniciaram os conflitos. A comunidade resistiu até mesmo a dois incêndios misteriosos que destruíram todos os barracos; a várias investidas em que o governo empregava, clandestinamente, a Polícia Militar; e a outros tipos de pressão.
-Então, essa viagem do Recife até o Rio de Janeiro, cortando 1.124 milhas de mar, foi uma idéia para chamar a atenção para a comunidade, porque a gente era pescador, gente não letrada, mas sabia que a publicidade da nossa situação podia nos ajudar", contou o pescador Salviano que, na época do lançamento do livro, era o mais antigo morador de Brasília Teimosa e vivia de uma aposentadoria de um salário-mínimo. Segundo ele, a viagem, numa jangada de sete metros de comprimento por 1,90 de largura, não teve maiores transtornos porque todos os aventureiros eram pescadores, já acostumados com o mar. "Mais sacrificoso, mesmo, foi a construção do nosso bairro", comentou.
Sob o título "Brasília Teimosa", o livro é composto por textos que registram a história oral da comunidade (resultado de entrevistas com os moradores) ilustrados por desenhos de crianças também moradoras do bairro. O trabalho teve financiamento do Ministério da Educação e Cultura e foi organizado por uma equipe que incluía desde historiadora, pedagoga, professoras primárias das escolas locais até donas-de-casa, pescadores e crianças. Com 90 páginas, o livro teve uma tiragem de um mil exemplares, distribuídos entre os alunos das escolas da própria Brasília Teimosa. De linguagem simples e direta, a preocupação central do livro é deixar um registro da história da comunidade que surgiu de uma invasão de terras.
De acordo com o livro, os conflitos pela área onde atualmente está localizada a comunidade de Brasília teimosa e onde ainda hoje permanece a colônia dos "pescadores amigos do presidente Juscelino" têm muita a ver com a localização da favela. É que a comunidade é vizinha a Boa Viagem, um bairro de gente rica que não desejava a vizinhança. Mas, os textos do livro não são raivosos ou sectários. No capítulo que narra um dos incêndios ocorridos na comunidade, por exemplo, há duas versões para a tragédia. A primeira diz que "os pescadores acham que tinha muita gente rica interessada no terreno da colônia e botaram fogo em tudo". A outra versão conta que "foi por causa de uma mulher que deixou o filho sozinho no barraco e ele derrubou um candeeiro, fazendo tudo pegar fogo".
Segundo o Censo do IBGE, em 2000 o bairro de Brasília Teimosa tinha os seguintes dados:
População: 19.155 habitantes
Área: 65,4 hectares
Densidade: 292,78 hab./há
sábado, 14 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
sábado, 31 de julho de 2010
Photoscape
domingo, 18 de julho de 2010
Estatua na Cidade do Porto
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Bairro do Derby

Derby
Situado entre os bairros da Madalena, Graças, Soledade, Boa Vista e Ilha do Retiro, o bairro do Derby teve origem numa área onde, a 25 de março de 1888, a Sociedade Hípica Derby Club inaugurou um dos mais luxuosos centros de corridas de cavalos da cidade que ficaria conhecido como o Prado do Derby.
Esse parque para competições hípicas funcionou até 1898, quando o empresário Delmiro Gouveia adquiriu a área e construiu no local um enorme mercado público (o Mercado Modelo Coelho Cintra), inaugurado a 07/09/1899. O vistoso prédio logo ficaria conhecido como o Mercado do Derby.
Aliás, o empreendimento de Delmiro Gouveia propiciou pelo menos dois episódios importantes para a história da cidade:
Primeiro é que o Mercado do Derby, juntamente com a Estação Central da Rede Ferroviária no Recife, foram os dois primeiros locais iluminados no Estado: tiveram luz elétrica antes mesmo que o sistema de iluminação pública e residencial da Capital fosse inaugurado, o que só aconteceu a 13 de maio de 1914.
O outro episódio histórico aconteceu na madrugada de 01 de janeiro de 1900, quando um incêndio criminoso destruiu o imponente mercado. Por trás do crime, estaria o vice-presidente da República, Rosa e Silva, que era adversário de Delmiro, e isso acabou desencadeando outros atritos políticos.
Anos mais tarde o prédio do mercado foi recuperado e ali que atualmente funciona o Comando da Polícia Militar de Pernambuco.
A Praça do Derby, que também ainda existe hoje, foi construída entre 1924 e 1926, com projeto do paisagista brasileiro Burle Marx.
Desde que surgiu, o Derby é um dos bairros mais aristocráticos do Recife. Em 2000, segundo dados do Censo do IBGE, a população do bairro tinha uma renda média mensal de R$ 3.462,54, uma das seis maiores da cidade.
População: 2.175 habitantes
Área: 50,4 hectares
Densidade: 43,16 hab./ha
ps: Extraido do Site Pernambuco de A-Z ( maravilhoso site por sinal!)
ps: No mapa, o bairro do Derby é o vermelho!
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Diana Piedade
sexta-feira, 2 de julho de 2010

Preciso Dizer Que Te Amo
Cazuza
Quando a gente conversa
Contando casos besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar segredos
E eu nem sei que hora dizer
Me dá um medo ( que medo )
É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
É eu preciso dizer que eu te amo
Tanto
E até o tempo passa arrastado
Só pra eu ficar do teu lado
Você me chora dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
e nessa novela eu não quero ser teu amigo
É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo
Tanto
Eu já não sei se eu to misturando
Ah, eu perco o sono
Lembrando em cada riso teu qualquer bandeira
Fechando e abrindo a geladeira a noite inteira
É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
É eu preciso dizer que eu te amo
Tanto
Quando a gente conversa
Contando casos besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar segredos
Eu não sei em que hora dizer
Tenho medo
É, que eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo
Tanto
E até o tempo passa arrastado
Só pra eu ficar do teu lado
Voce chora dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
E nessa novela baby eu não quero ser teu amigo
Não
E que eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder sem engano...
E que eu preciso dizer que te amo
Eu já não sei se eu tô misturando..
Ah eu perco o sono...
Lembrando em cada riso teu qualquer bobeira...
domingo, 27 de junho de 2010
Google vai dominar o mundo!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Admirável: Paulo Freire

Paulo Freire nasceu em 19 de setembro de 1921 em Recife. Sua família fazia parte da classe média, mas Freire vivenciou a pobreza e a fome na infância durante a depressão de 1929, uma experiência que o levaria a se preocupar com os mais pobres e o ajudaria a construir seu revolucionário método de alfabetização. Por seu empenho em ensinar os mais pobres, Paulo Freire tornou-se uma inspiração para gerações de professores, especialmente na América Latina e na África. Pelo mesmo motivo, sofreu a perseguição do regime militar no Brasil (1964-1985), sendo preso e forçado ao exílio.
O educador procurou fazer uma síntese de algumas correntes do pensamento filosófico de sua época, como o existencialismo cristão, a fenomenologia, a dialética hegeliana e o materialismo histórico. Essa visão foi aliada ao talento como escritor que o ajudou a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos, quase sempre ligados a partidos de esquerda.
A partir de suas primeiras experiências no Rio Grande do Norte, em 1963, quando ensinou 300 adultos a ler e a escrever em 45 dias, Paulo Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização, adotado primeiramente em Pernambuco. Seu projeto educacional estava vinculado ao nacionalismo desenvolvimentista do governo João Goulart.
“Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade.”
Paulo Freire
“A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria.”
Paulo Freire
“Amar é um ato de coragem.”
Paulo Freire
domingo, 6 de junho de 2010
Favela on Blast

Mc's, Dj's e tantas outras pessoas ligadas ao Funk do Rio de Janeiro... juntando tudo isso você tem uma essência deste bom documentario.
Sinceramente, eu esperava bem menos desse documentário, e isso é bom pra se ligar o quanto preconceituosa TAMBÉM sou; lembrando que, falo na palavra preconceito em seu sentido proprio de pré-conceituar, ou seja, criar um conceito ou opinião sobre algo que você não conhece ou que seu conhecimento sobre aquilo é tão pouco que isto não te dá o direito nem base, para criar esta opinião.
Explicitando em mim, quebrou-se o meu conceito de que o Funk é simplismente uma musica falando putaria e bundas a balançar. Descobri enfim, que o Funk vai muito além disso.
Só tenho uma coisa a dizer: Vale a pena parar pra conferir este documentario.
E... viva a quebra de conceitos!
Ps: Nunca escutem MC colibri, é realmente uma merda!
Biruleibe vem chegando... LáLáLá LáLá LáLá
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Em minha opinião não há melhor maneira de começar ( finalmente ) meu blog do que falando sobre uma pessoa tão importante e especial: Minha Vó!
Dona Doralice, uma senhora simpática, nascida no dia 15 de Janeiro de 1920 e alguma coisa, é com toda certeza a melhor vó do mundooo!
Não querendo rebaixar a vó dos outros, mas é pq minha vó é simplesmente uma figura, e eu tenho a absoluta certeza de que sou simplesmente um espelho dela.
Pense numa veinha doida, rsrsrsrsrs, nem ela sabe quantos anos ela tem, pois a um tempo atrás trocaram a data de nascimento da identidade pra um negocio ai do casamento rsrsrsrsrs.
E ela é simplesmente ela mesmo em todos os momentos, quando ela quer xingar ela xinga, fala oq quer, quando quer, com quem quiser e em qualquer lugar... e naum tem medo de ngm! hehehehe mexe com ela pra ver...
E ela teve a maior paciência do mundo pra aguentar minhas trelas qdo passava os fins de semana na ksa dela, arrancando todas as plantas, subindo nas árvores ( segundo ela mulher subir na árvore faz a árvore não dar mais fruto, pois a árvore é fêmea! )... e ainda tinha paciência de me contar milhões de historias, sobre comadre florzinha, curupira, a porca luminosa, papa-figo, e tantos outros que embalaram a minha infância...
E sempre que me vê me dá aquele abraço maravilhoso e ainda chora de saudades...
Há... minha amada vó... Doralice!
ps: Sexta dia de vê-la! =D
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